Entregas com Drones
No ano de 2020, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) autorizou o início da atividade de entregas via drone de produtos comprados pela internet ou por telefone, porém atualmente ainda está em formato de teste.
Mesmo dentro do formato de testes é necessário que a empresa siga as limitações impostas pela Anac, além disso precisam ser seguidas as regras já definidas para pilotagem de drone no Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial (RBAC-E) n. 94 da Anac.A ideia nasceu a poucos anos quando o Diretor de Produto e Sócio fundador da SpeedBird, Samuel Salomão, percebeu que não era tão eficaz um paciente com preferência em atendimento remoto ter que sair de sua casa para comprar remédios. Porém a ideia no Brasil, devido a empresa (SpeedBird) veio em outra forma: o delivery de comida.
A empresa já tem parceria com Claro, iFood, Hermes Pardini e Mercedes-Benz. Ela também foi a primeira startup do país a ser autorizada a voar. A empresa tem cerca de um ano para comprovar que sua tecnologia funciona, e sim conseguir uma nova aprovação da Anac que permite produção, comercialização e operação da aeronave.
O protótipo que mais se destaca atualmente é p DVL4, que consegue transportar 5kg, levantar voo e pousar verticalmente, além de voar como avião, a 90 km/h, por 100 km.
A maior dificuldade hoje em dia é conseguir aprovações e certificações, e a tecnologia evolui junto com a regulamentação, ou seja, quando for comprovada a segurança, os drones serão como aviões e helicópteros.
Junto com o desenvolvimento das próprias aeronaves, a Mercedes-Benz, está trabalhando em uma van que servirá de base para pousos e decolagens. O que permitirá que a tecnologia avance muito mais e conquiste mais lugares.
Outras empresas que também deram início aos testes com drones foram a Natura e a Avon, ambas têm parceria com a SeepdBird, o projeto piloto, que deve ser aprovado pela Anac, será feito em um raio de até 200km no primeiro trimestre de 2022.
Em geral as entregas com drone visam realizar as estregas de forma mais rápida, ágil e segura. Além de que o uso dessa tecnologia não gera emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para a meta do grupo de zerar as emissões líquidas de carbono até 2030.
Um dos únicos pontos considerados negativos é o fato de que caso os drones realmente passem a ser algo recorrente, o desemprego por parte dos motoboys aumentara ainda mais, visto que serão substituídos.
Muito Bom!!!!
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